terça-feira, 6 de novembro de 2018

Videos sobre o Cerrado no Painel do Coronel Paim

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sábado, 20 de outubro de 2018

VIDEOS SOBRE O BIOMA CERRADO

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Projeto Biomas é referência para instalação de Unidades de Referência Tecnológica no Nordeste

O sistema CNA e a Embrapa Ovinos e Caprinos planejam parceria para instalar 12 unidades de referência tecnológica no campo, onde serão conduzidos experimentos para identificação das melhores variedades forrageiras, sejam graminhas ou leguminosas, que se adaptam melhor  as condições de seca no semiárido.
Na última semana, os parceiros estiveram reunidos na sede do Sistema CNA/SENAR, em Brasília, para debater sobre a concepção e o planejamento do projeto para os próximos dois anos. Durante a reunião, diversos conceitos empregados pelo Projeto Biomas foram utilizados como referência para a instalação das Unidades de Referência Tecnológica no Nordeste.
"A parceria tem muitas semelhanças com o Projeto Biomas. Ambos envolvem pesquisas práticas, desenvolvidas em unidades descentralizadas localizadas em propriedades situadas em distintos estados do país. Esperamos utilizar a expertise adquirida nos últimos 7 anos de projeto biomas para colaborar com a instalação das unidades de referência tecnológica", explica Cláudia Rabello, coordenadora executiva do Projeto Biomas na CNA.
Unidades de Referência Tecnológica
As URTs são Unidades de Seleção, Adaptação e Desenvolvimento de plantas forrageiras tolerantes à seca e seu uso racional no semiárido brasileiro.
A pesquisa desenvolvida nestas unidades ajudarão produtores rurais a buscar soluções economicamente viáveis para conviver com a seca e melhorar a produção no nordeste.
Sobre o Projeto Biomas
Lançado em 2010, o Projeto Biomas é fruto de uma parceria entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com a participação de mais de quatrocentos pesquisadores e professores de diferentes instituições, em um prazo de nove anos. Os estudos estão sendo desenvolvidos nos seis biomas brasileiros para viabilizar soluções com árvores para a proteção, recuperação e o uso sustentável de propriedades rurais nos diferentes biomas.
O Projeto Biomas conta com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), do Serviço Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa (SEBRAE), da Monsanto, John Deere e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Postado por: Giovana M. de Araújo

sábado, 1 de outubro de 2016

Projeto Biomas apresenta modelos de regeneração florestal a sindicato rural


Cerrado, Pantanal, Meio Ambiente, regeneração florestal
Aquidauana / Mato Grosso do Sul (26/09/2016) - Os pesquisadores Catia Urbanetz, da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), e José Felipe Ribeiro, da Embrapa Cerrados (Planaltina-DF), estiveram reunidos, na última semana, com o presidente do Sindicato Rural de Aquidauana, Frederico Borges Stella, para apresentar alguns modelos de regeneração florestal previstos no Projeto Biomas, uma parceria entre a Embrapa e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA, que terá uma área experimental implantada no município.
"Apresentamos a ele o projeto e discutimos as ações que estão sendo feitas no Pantanal da Nhecolândia e o que pretendemos realizar em Aquidauana", comentou Catia. A UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) cedeu uma área de 20 ha para o teste de alguns modelos economicamente viáveis.
Na Nhecolândia, de acordo com os pesquisadores, estão sendo testados modelos que preveem o uso da madeira na propriedade rural. Em Aquidauana a ideia é experimentar modelos de técnicas de recuperação ambiental em áreas com passivos ambientais. A iniciativa vai contemplar produtores que precisem regenerar áreas, atendendo às exigências do Código Florestal. "Estamos nos adiantando para testar e selecionar as melhores técnicas que serão indicadas aos produtores, já que no final de 2017 vence o prazo para eles se inscreverem no CAR (Cadastro Ambiental Rural)", diz Catia.
De acordo com a pesquisadora, apenas ao final desse prazo do cadastramento será possível conhecer a área exata com passivos ambientais no Mato Grosso do Sul. Catia afirma que a iniciativa do Biomas procura aproximar o projeto das demandas dos produtores. O contato com o sindicato rural é importante para criar esse canal de comunicação.
A ideia é experimentar técnicas mais baratas e, nem por isso, menos eficientes do ponto de vista da recuperação ambiental. Entre as técnicas de baixo custo que serão testadas em Aquidauana estão a nucleação, os poleiros artificiais, o enriquecimento e o adensamento. Todas são do tipo indutoras de regeneração natural com manejo.
O enriquecimento consiste no aumento do número de espécies que serão utilizadas, ampliando a riqueza da área trabalhada. A nucleação é uma alternativa que exige espécies pioneiras de crescimento rápido e resistentes ao sol, cujas sementes atraiam aves ou pequenos mamíferos. O plantio é feito em núcleos que, com o tempo, se expandem pela área a ser recuperada. O adensamento consiste em ampliar a densidade de plantas em uma determinada área, acelerando o sombreamento. Os poleiros artificiais são uma estrutura feita com bambu e que possui um alimentador para aves. Atraídas, elas utilizam o poleiro e deixam cair as sementes em uma rede pendurada nessa estrutura. Depois de analisadas as espécies, essas sementes são liberadas, caem no solo e vão regenerando aquele espaço.
Além da reunião com Frederico Stella, os pesquisadores estiveram com o professor da UEMS Norton Hayd Rego e sua equipe para discutir os futuros desdobramentos do componente Pantanal na região. "Estamos muito empolgados com esta perspectiva de expansão dos experimentos do Componente Pantanal do projeto Biomas para Aquidauana, onde inclusive foi definida a nova área de plantio. Já estamos selecionando os novos estagiários da parceria Embrapa com o MMA (Ministério do Meio Ambiente)/Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável", afirmou o professor Norton.
Projeto Biomas
O Projeto Biomas, iniciado em 2010, é fruto de uma parceria entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com a participação de mais de quatrocentos pesquisadores e professores de diferentes instituições, em um prazo de nove anos.
Os estudos estão sendo desenvolvidos nos 6 biomas brasileiros para viabilizar soluções com árvores para a proteção, recuperação e o uso sustentável de propriedades rurais nos diferentes biomas.
O Projeto Biomas tem o apoio do SENAR, SEBRAE, Monsanto, John Deere e BNDES

sábado, 14 de maio de 2016

Portaria cria comitê para monitorar biomas

Iniciativa define estrutura para atuar junto ao programa nacional que avaliará cobertura vegetal e desmatamento no país.

Está em vigor a Portaria nº 151/2016, que institui o Conselho Consultivo do Programa Nacional de Monitoramento da Cobertura e Uso das Terras dos Biomas Brasileiros e, ainda, nomeia os membros para compor a Coordenação Geral, o Comitê de Coordenação Técnica e o Conselho Consultivo desse programa destinado a monitorar os biomas brasileiros. O Programa tem por objetivo mapear e monitorar o desmatamento, avaliar a cobertura vegetal e o uso e cobertura da terra e sua dinâmica, as queimadas, a extração seletiva de madeira e a recuperação da vegetação.

Em uma esfera mais ampla, essas informações servirão para subsidiar as tomadas de decisão em ações voltadas à promoção da conservação da biodiversidade brasileira. Também para propiciar uma visão estratégica da gestão territorial que conjugue os diversos interesses sobre o uso da terra e ainda permita o desenvolvimento do país em bases sustentáveis.

OBJETIVOS

Para o diretor do Departamento de Ecossistemas do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Alberto Scaramuzza, "a formalização do Comitê de Coordenação Técnica e do Conselho Consultivo é um passo importante para materializar os ambiciosos objetivos do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros, lançada em 5 de maio”.

As instâncias de Coordenação do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros foram criadas pela Portaria MMA nº 365/2015, a ser exercida pela Secretaria-Executiva do MMA. Essa mesma portaria criou, também, a instância de coordenação técnica e científica do Programa, denominada Comitê de Coordenação Técnica, a ser exercida pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas e pela Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA.

MMA

Postado por: Ygor I. Mendes

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Projeto Biomas e Exército ampliam parceria no Cerrado

Cerrado, plantas nativas do cerrado, Projeto Biomas
Projeto Biomas e Exército ampliam parceria no Cerrado
  1. Brasília (05/05/2016) - O Coordenador do Projeto Biomas no Cerrado e pesquisador da Embrapa Cerrados, Felipe Ribeiro, reuniu-se na última segunda-feira, 2 de abril, com o 2º sargento do Núcleo de Base Administrativa e Campus de Instrução de Formosa (GO), Lucio Piau. No encontro, eles discutiram as ações que serão executadas na área de referência do Projeto Biomas no Cerrado, que pertence ao Exército brasileiro.

1) plantios de crescimento isolado de árvores (pomar educativo e sombra para estacionamentos);
2) coleta de sementes;
 3) plantios de recuperação/restauração; e
4) educação ambiental.
A área de referencia, localizada no Campus de Instrução de Formosa (GO), do Projeto Biomas é uma reserva onde estão preservadas as plantas nativas do Cerrado. “Como a área do exército é intocada, ela serve de referência física e biológica para os projetos de pesquisa implantados na área experimental do projeto biomas”, explica Felipe Ribeiro.
Na reunião, foram discutidas diferentes possibilidades da parceria. Foram definidas quatro ações:
Para dar início à primeira ação,  o componente Cerrado do Projeto Biomas compartilhou aproximadamente 200 mudas de espécies nativas, sendo várias delas produzidas a partir de sementes coletadas na própria área do Exército. Elas serão plantadas em alguns estacionamentos do Campo de Instrução dessa instituição.
As espécies selecionadas para iniciar o pomar educativo e sombra para estacionamentos foram as fruteiras buriti, gueroba, ingá-mirim, jaracatiá, curriola, marmelada-de-bezerro, guapeva, jussara, e as árvores guanandi, pau-pombo, paineira e os ipês-amarelo da mata, amarelo do Cerrado, amarelo-felpudo e branco.
Foi acordado ainda que as próximas ações aconteçam somente após a preparação de uma planilha com as atividades estratégicas comuns para a ampliação da parceria. Segundo o pesquisador Felipe Ribeiro a expectativa é que ainda este ano seja oferecido um curso de educação ambiental para que os membros daquela corporação possam no futuro coletar sementes e produzir mudas, fortalecendo assim os plantios experimentais que serão implantados na área do Campo de Instrução em parceria com o Projeto Biomas.
Sobre o Projeto Biomas
O Projeto Biomas, iniciado em 2010, é fruto de uma parceria entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com a participação de mais de quatrocentos pesquisadores e professores de diferentes instituições, em um prazo de nove anos.
Os estudos estão sendo desenvolvidos nos 6 biomas brasileiros para viabilizar soluções com árvores para a proteção, recuperação e o uso sustentável de propriedades rurais nos diferentes biomas.
O Projeto Biomas tem o apoio do SENAR, SEBRAE, Monsanto, John Deere e BNDES. No Cerrado, o Projeto Biomas é coordenado pela Embrapa Cerrados, com apoio da Embrapa Florestas, Emater/GO, Instituto Federal Goiano, Universidade de Brasília - UNB e Universidade Federal de Goiás - UFG.
Projeto Biomas
Postado por: Ygor I. Mendes