quarta-feira, 30 de maio de 2012

Com mudanças em reunião, Copom define hoje nova taxa básica de juros

Brasília - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) define hoje (30) a taxa básica de juros, a Selic, com algumas novidades na reunião em relação às anteriores. Se a taxa Selic chegar ao menor nível histórico – 8,5% ao ano –, como preveem analistas do mercado financeiro, a alteração terá um impacto direto para os quase 100 milhões de pessoas que têm poupança. Atualmente, a Selic está em 9% ao ano. O menor nível registrado até hoje foi 8,75% ao ano, entre 23 julho de 2009 e 28 abril de 2010.

A Medida Provisória 567, válida desde o dia 4 deste mês, estabeleceu que, sempre que a Selic estiver menor ou igual a 8,5% ao ano, a forma de remuneração muda. Nesse caso, os depósitos serão corrigidos por 70% da taxa Selic mais a Taxa Referencial (TR), calculada todos os dias pelo Banco Central (BC). Atualmente, a regra é a TR mais 0,5% ao mês.


Caso a Selic realmente passe a ser 8,5%, os depositantes vão passar a receber 5,95% ao ano de remuneração. Pela regra antiga, a remuneração anual é 6,17%. Ou seja, os depósitos feitos até hoje vão ter remuneração maior do que as novas aplicações. Assim, os depósitos feitos a partir de amanhã serão remunerados de acordo com as novas regras.


Outra novidade para a reunião de hoje é a divulgação do voto dos diretores. Por exemplo, se um diretor optar por um corte de 0,5 ponto percentual e os demais por 0,75 ponto percentual, essas informações estarão no comunicado do resultado da reunião, com o nome e as escolhas de cada um. Até hoje, o BC informava apenas o placar da votação. A novidade está em conformidade com a Lei de Acesso à Informação, que entrou em vigor este mês.
A segunda parte da reunião do Copom será realizada hoje à tarde e o anúncio da nova taxa Selic será feito à noite, após o fechamento do mercado.


Edição: Juliana Andrade

terça-feira, 1 de maio de 2012

Economistas já apostam em taxa de juros de 8,25% ao ano

Economistas já apostam em cortes mais ousados da taxa básica de juros em maio, apesar de o Banco Central ter dito na semana passada que, se voltar a reduzir, o fará com 'parcimônia'.

A pesquisa semanal Focus, realizada pelo BC com cerca de 100 economistas e publicada ontem, mostra que a taxa mais baixa esperada para o fim do mês caiu de 8,50% para 8,25% ao ano.

Há duas semanas, o Comitê de Política Monetária cortou os juros para 9% ao ano. Ao justificar o corte, deixou aberta a possibilidade de reduzir novamente a taxa, mas em menor intensidade.

A ação do BC já derrubou os juros dos contratos negociados no mercado financeiro, que ontem mostravam aposta majoritária no corte de 0,5 ponto porcentual da Selic no fim do mês.

Grandes bancos, como Bradesco e Itaú Unibanco, também projetam corte para 8,50% ao ano na reunião marcada para 29 e 30 de maio. Seria o menor juro desde a criação do Copom, em 1996.

As projeções da Focus, no entanto, são mais conservadoras.

A mediana das previsões para os juros, por exemplo, aponta manutenção da taxa em 9% até abril, quando a Selic voltaria a subir, para terminar 2013 em 10% ao ano.

A previsão de taxa mais baixa que aparece na pesquisa é de 8% ao ano a partir da reunião do Copom de meados de julho.

Mesmo entre os cinco economistas com maior porcentual de acerto na pesquisa, a mediana das projeções aponta manutenção dos juros em maio.

A média das previsões, porém, está em 8,83%, indicando possibilidade de corte.

Economia fraca. As previsões de juros mais baixos se devem à avaliação, dentro e fora do governo, de que a economia segue em ritmo mais fraco que o esperado.

A pesquisa mostra que o crescimento projetado pelo mercado para este ano continua abaixo dos 4,5% perseguidos pelo governo.

A previsão dos economistas passou de 3,21% para 3,22%.

Para 2013, a previsão de crescimento subiu de 4,25% para 4,30%, ainda distante da projeção oficial de 5,5% que consta no projeto orçamentário.

sábado, 21 de abril de 2012

Dilma peitou os bancos. O FHC ia vender o BB e a CEF (Paulo Henrique Amorim)


Charge do Bessinha: FHC Corta os Pulsos


O Mantega espinafrou o spread dos bancos.

O BB cortou os juros.

A Caixa cortou os juros.

O Banco Central baixou a Selic, a caminho dos 8%.

A Febraban do Murilo Portugal foi enfrentar o Mantega e saiu pela porta dos fundos.

O HSBC e o Santander cortaram os juros.

O Bradesco cortou os juros.

O Itaú – que só reclama da inadimplência (por que não trata de analisar risco melhor ?) – correu atrás e cortou os juros.

Agora, o BB e a Caixa aplicam um segundo round de corte de juros.

Se os bancos privados não forem atrás, de novo, vão continuar a perder mercado para o BB e a Caixa, como perdem desde 2008, quando demoraram a “sair da poça”.

Foi o Nunca Dantes quem destituiu o Meirelles – aquele que presidia o BankBoston – e fez o BB, a Caixa e o BNDES reduzirem os juros na marra para evitar a recessão.

Lula transformou aquele tsunami da Urubóloga na marolinha.

Agora, a JK de Saias peita os bancos e corta o lucro deles com spread ou sem spread.

Ou reduz os juros ou dança, não é isso, Portugal ?

E se não reduzir corre o risco de ficar com a fama de prejudicar o cliente.

Agora, amigo navegante, imagine se o Farol de Alexandria consegue levar às últimas consequências a fúria privatizante, aquela bandeira que ele tomou do Collor.

Imagine, amigo navegante, se o Padim Pade Cerra ganha as eleições de 2002 e 2010.

Eles tinham vendido o Banco do Brasil e a Caixa.

Atesta esse documento que o Ministério da Fazenda preparou para o FMI.

Mais barato do que venderam a Vale – a pedido do Cerra, como demonstra o Fernando Henrique.

Vendiam as joias da coroa.

O Francisco Grou tinha transformado o BNDES numa sub-seção do Morgan Stanley.

E o Cerra entregava o pré-sal à Chevron, como prometeu no WikiLeaks.

Eles queriam “virar a página” do varguismo.

E fugiram de navio, com o Lacerda a bordo, com medo do povo.

Como diria o CPC da UNE, esse tucanos de São Paulo teriam feito do Brasil “um imenso Portugal”.

Ou, como diz o Delfim, os tucanos de São Paulo venderam as joias da família e aumentaram a dívida.

Sao uns jenios !

Esse Nunca Dantes …


Paulo Henrique Amorim

quinta-feira, 19 de abril de 2012

BC reduz juros para 9%;

país deixa de ter taxa real

mais alta do mundo

Do UOL, em São Paulo
O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu nesta quarta-feira (18) cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,75 ponto percentual, indo de 9,75% para 9% ao ano. A decisão foi unânime entre os integrantes do Copom.

O Brasil deixou de ter a maior taxa de juros reais do mundo, ficando com 3,4%, segundo levantamento feito pelo analista internacional da Apregoa.com – Cruzeiro do Sul, Jason Vieira, em colaboração com o analista de mercado da Weisul Agrícola, Thiago Davino. A Rússia agora é a campeã dos juros reais, com 4,2%. Os juros reais descontam a inflação projetada para os próximos 12 meses.
Os 9% ao ano representam a menor taxa do governo Dilma Rousseff. É também a Selic mais baixa em mais de dois anos, desde março de 2010, quando estava em 8,75% ao ano.

Este foi o sexto corte seguido na taxa. A série de reduções começou em agosto do ano passado, quando os juros caíram de 12,5% para 12%.
LEIA TAMBÉM:
Brasil deixa de ter a maior taxa de juros reais do mundo; Rússia lidera
Sete coisas que os bancos não contam
Compare as novas taxas de juros dos bancos após os cortes anunciados
Guerra de juros: veja quando vale a pena mudar de banco por causa da taxa
Pressão dos bancos públicos vai fazer juros caírem mais, diz Delfim
Dilma bate de novo nos juros dos bancos e pede 'padrão internacional'
Caixa derruba juros e avalia que taxa de calote pode subir
Demanda por crédito pessoal no BB cresce 45% com juro menor
BB derruba juros em até 45%; financiar carro fica 19% mais barato

Na nota divulgada pelo Copom, o órgão avalia que a inflação está sob controle. "O Copom considera que, neste momento, permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação. O Comitê nota ainda que, até agora, dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária. Diante disso, dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 9% ao ano, sem viés."
Governo tem tomado medidas para reduzir os juros ao consumidor
O governo tem tomado medidas para reduzir os juros diretos ao consumidor. Os bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) anunciaram cortes em suas taxas. Foram seguidos pelos maiores bancos privados (Bradesco e itaúdivulgaram reduções nesta quarta-feira)
A preocupação com os juros é que eles dificultam o crescimento da economia. Com juros mais altos, as empresas investem menos, porque fica caro tomar empréstimos para produção, e as pessoas também reduzem seus gastos, porque o crediário fica mais caro. Essa situação deixa a economia com menos força. Reduzir os juros, ao contrário, estimula a produção e o consumo, melhorando o PIB (Produto Interno Bruto).

A taxa básica de juros orienta o restante da economia, mas há pouco impacto na vida prática de quem precisa usar o cheque especial ou cartão de crédito. Analistas dizem que essas taxas são tão altas que pequenas variações na Selic são incapazes de aliviar ou pesar no bolso no dia a dia.

Antes do início do governo Dilma, a Selic estava em 10,75%. No primeiro mês dela (janeiro de 2011), subiu para 11,25%.

A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo. Quando sobe, reduz a atividade econômica porque os empréstimos e as prestações ficam mais caros.
Entenda a relação entre juros e a situação da economia
Os juros são empregados, entre outras razões, para tentar controlar a inflação ou para estimular o crescimento da economia. Quando o Banco Central considera que há risco de inflação, ele eleva os juros. Assim, as prestações e os empréstimos ficam mais caros e as pessoas consomem menos. Isso ajuda a reduzir a inflação.

Quando a economia fica mais fraca e as pessoas gastam menos, o BC faz o contrário, reduzindo os juros e o custo dos empréstimos, para estimular as compras.

A alta de preços ocorre quando há muita procura por produtos e menos quantidade para atender a essa necessidade.

A inflação oficial é medida pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O centro da meta do BC para a inflação neste ano é de 4,5%.

A meta pode ter variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, ou seja, a inflação poderia ir de 2,5% a 6,5%.

Em 2011, a inflação quase estourou o limite máximo da meta do governo, acumulando alta de 6,5% --o maior resultado desde 2004.

Em meados do ano passado, o governo adotou medidas para desestimular o consumo: aumentou o valor do pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito; elevou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre gastos no cartão de crédito fora do país e sobre captações de recursos no exterior; tornou obrigatório uma entrada de pelo menos 20% nos financiamentos entre 24 e 36 meses para carros novos ou usados.

Desde agosto passado o Copom vem reduzindo a Selic, para tentar não deixar a economia esfriar em meio à crise global.

A argumentação básica tem sido de que o cenário internacional, sobretudo por conta das turbulências na Europa, é desinflacionário para o Brasil. Isso porque, com as grandes economias na região ainda patinando, a demanda mundial acaba perdendo força, com consequências para o Brasil.
Juros altos são bons para algumas aplicações
Os juros no Brasil ainda são considerados muito altos. Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações financeiras. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros que procuram o país.

Quando alguém investe em fundos ou títulos públicos, por exemplo, recebe um rendimento mensal maior se os juros estiverem mais altos.

Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais receosas de tomar empréstimos para investir em expansão.

Por isso os empresários reclamam dos juros altos. Nesse cenário, também se torna mais difícil a criação de empregos.

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.
(Com informações da Reuters)
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O Brasil deixou de ter a maior taxa de juros reais do mundo, ficando com 3,4%, segundo levantamento feito pelo analista internacional da Apregoa.com – Cruzeiro do Sul, Jason Vieira, em colaboração com o analista de mercado da Weisul Agrícola, Thiago Davino. A Rússia agora é a campeã dos juros reais, com 4,2%. Os juros reais descontam a inflação projetada para os próximos 12 meses.
Os 9% ao ano representam a menor taxa do governo Dilma Rousseff. É também a Selic mais baixa em mais de dois anos, desde março de 2010, quando estava em 8,75% ao ano.

Este foi o sexto corte seguido na taxa. A série de reduções começou em agosto do ano passado, quando os juros caíram de 12,5% para 12%.
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Governo tem tomado medidas para reduzir os juros ao consumidor
O governo tem tomado medidas para reduzir os juros diretos ao consumidor. Os bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) anunciaram cortes em suas taxas. Foram seguidos pelos maiores bancos privados (Bradesco e itaúdivulgaram reduções nesta quarta-feira)
A preocupação com os juros é que eles dificultam o crescimento da economia. Com juros mais altos, as empresas investem menos, porque fica caro tomar empréstimos para produção, e as pessoas também reduzem seus gastos, porque o crediário fica mais caro. Essa situação deixa a economia com menos força. Reduzir os juros, ao contrário, estimula a produção e o consumo, melhorando o PIB (Produto Interno Bruto).

A taxa básica de juros orienta o restante da economia, mas há pouco impacto na vida prática de quem precisa usar o cheque especial ou cartão de crédito. Analistas dizem que essas taxas são tão altas que pequenas variações na Selic são incapazes de aliviar ou pesar no bolso no dia a dia.

Antes do início do governo Dilma, a Selic estava em 10,75%. No primeiro mês dela (janeiro de 2011), subiu para 11,25%.

A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo. Quando sobe, reduz a atividade econômica porque os empréstimos e as prestações ficam mais caros.
Entenda a relação entre juros e a situação da economia
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Quando a economia fica mais fraca e as pessoas gastam menos, o BC faz o contrário, reduzindo os juros e o custo dos empréstimos, para estimular as compras.

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Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais receosas de tomar empréstimos para investir em expansão.

Por isso os empresários reclamam dos juros altos. Nesse cenário, também se torna mais difícil a criação de empregos.

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.
(Com informações da Reuters)
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quinta-feira, 5 de abril de 2012


Aprovação pessoal de Dilma sobe para 77%

CNI/IBOPE

A exemplo de Lula, foi também no Nordeste que Dilma obteve sua maior aprovação: 82%, seis pontos a mais da pesquisa anterior

FOTO: ROBERTO STUCKERT/PR

A avaliação de governo se manteve no patamar de dezembro, com 56% de "ótimo" e "bom". 34% consideraram "regular"
Brasília A aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff subiu cinco pontos em três meses e chegou aos 77%, revelou ontem a nova pesquisa CNI/Ibope. É um índice superior ao que tinham, neste mesmo período de governo, os seus dois antecessores. Fernando Henrique Cardoso havia alcançado 57% e Luiz Inácio Lula da Silva, 60%.

A avaliação de governo se manteve no patamar de dezembro, com 56% de "ótimo" e "bom". A administração foi considerada "regular" por 34% dos consultados, e outros 8% a definiram como "péssima".

A exemplo de Lula, foi também no Nordeste que Dilma obteve sua maior aprovação: 82%, seis pontos a mais do que na pesquisa anterior. Essa média é maior também em cidades pequenas, onde alcança 79%.

No Sudeste, a popularidade dela saltou de 69% para 75% desde dezembro. A pesquisa mostrou, ainda, que a atual política de combate à inflação é aprovada por 42% (eram 39% em dezembro). As medidas adotadas contra a pobreza e a fome são consideradas boas por 59%.

Ao lado de notícias positivas para a presidente, a pesquisa aponta números negativos. A carga tributária é considerada alta por 65%. A situação da saúde é reprovada por 63%, a política de juros é rejeitada por 55% e 61% criticam a segurança.

"O estilo da presidente, mostrando firmeza na substituição de ministros e no relacionamento com o Congresso, parece ter uma empatia da população", disse o gerente executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria, Flávio Castelo Branco.

O Ibope ouviu 2.002 pessoas de 142 cidades, entre 16 e 19 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. A aprovação recorde da presidente é vista pelos analistas políticos como um indicador do bem-estar da população.

Análise
"O principal ponto da pesquisa é que o brasileiro está muito bem, obrigado, e a pesquisa indica isso", resumiu o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Fernando Abrucio. "Enquanto o desemprego e o consumo tiverem índices altos, a popularidade estará alta", avaliou Carlos Melo, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper).

Já Rafael Cortez, da Tendências Consultoria Integrada, acredita que Dilma se beneficia não só da situação econômica, mas de seu embate com aliados.

O que mais chamou a atenção foi a insatisfação com a carga tributária. "Isso é recente e tem a ver com a ascensão da classe C, que se deu conta de que paga mais impostos", disse Abrucio.

sábado, 24 de março de 2012

Principais Manchetes de HOJE no Brasil e no Mundo:

Manchetes dos principais jornais no Brasil e no mundo, com links para os sites dos jornais. Somos apenas um link entre você usuário e as notícias que fizeram primeira página, atualizado diariamente e com um arquivo para que você possa consultar uma determinada manchete na data que escolher. Nosso objetivo é adicionar novos jornais a cada semana e trazer mais e mais informações.

Sinta-se a vontade para navegar pelas manchetes dos principais jornais do DIA em que você está a acessar este Blog.
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